quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Educação por Lula, Dilma e Haddad

 Atualizado em 17 de Julho de 2016


              Foto: brasil247.com

   Entre 2003 e 2014, foram criadas 18 novas universidades federais e 173 campus universitários, praticamente duplicando o número de alunos, de 505 mil para 932 mil.

(pt.org.br)


   Universidades e Institutos Federais criados pelo governo PT entre 2002 e 2015:

(https://pt.org.br/confira-as-universidades-e-institutos-federais-criados-pelo-pt/)

Sul

Centro-Oeste


Norte

Sudeste

Nordeste




  (institutolula.org)


No 3º mandato Lula:

  •  11/08/23 -  Dos 1,7 tri no PAC 3, o montante de 45 bilhões destinados à educação será dividido em duas etapas: de 2023 a 2026, em que serão investidos R$ 36,7 bilhões, e após 2026, que será disponibilizado o valor de R$ 8,3 bilhões. O novo PAC priorizará a construção de creches, escolas de tempo integral e a modernização e expansão de institutos e universidades federais.

(correiobraziliense.com.br)

  •  21/11/23 - Lula anuncia investimento de R$ 3 bi em fortalecimento da educação inclusiva (www.gov.br)

       Foto: Ricardo Stuckert/PR

Lula: "... fazer ponte, fazer viaduto, fazer estrada, fazer um monte de coisa é muito importante, mas governar mesmo é você cuidar de gente"


  •  19/01/24 - Lançamento da pedra fundamental para criação do ITA em Fortaleza, previsto para entrar em atividade em 2027. (agenciagov.ebc.com.br)

  Três num só dia: (agenciagov.ebc.com.br)

  •  07/02/24 - Ginásio Educacional Olímpico (GEO) Isabel Salgado, na Barra da Tijuca

  • 07/02/24 - Assinatura de concessão do terreno para construção do Campus Parque Olímpico Cidade de Deus do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ)

  • 07/02/24 - Lula também lançou a pedra fundamental de outro campus do IFRJ, no Complexo do Alemão (anunciado em 24/07/23 pelo ministro Camilo Santana)


O Retorno do Olhar Estratégico: A Educação no Terceiro Mandato de Lula (Pós-2023 até 2026)

   Após um período de estagnação e cortes orçamentários (Temer e Bolsonaro), o atual governo Lula foca na recomposição (devolvendo bilhões de reais retirados das universidades), na permanência (com o Pé-de-Meia contra a evasão no Ensino Médio) e no reforço da marca do ProUni, das Cotas e dos Institutos Federais.

    A tríade Lula-Dilma-Haddad deixou um legado que agora tenta ser blindado e expandido.

1. Investimentos e Recomposição Orçamentária

   Após anos de contingenciamentos severos nos governos anteriores, o foco inicial a partir de 2023 foi a "recomposição do orçamento" das instituições federais de ensino:

  • Aporte Inicial (2023): Logo no primeiro ano, o Ministério da Educação (MEC) liberou R$ 2,44 bilhões especificamente destinados à recomposição direta e retomada de obras paralisadas em universidades e institutos federais.

  • Aporte de R$ 10 bilhões via Novo PAC (2024–2026): O governo federal estruturou um plano de investimentos de aproximadamente R$ 10 bilhões adicionais voltados à rede federal de educação superior e tecnológica. Desse total, R$ 5,5 bilhões vêm diretamente do Novo PAC para a construção de novos campi e melhoria de infraestrutura.

2. Expansão de Centros Educacionais (Universidades e IFs)

    A marca registrada das gestões anteriores de Lula e Dilma (a expansão dos Institutos Federais) foi retomada:

  • Meta de Expansão dos IFs: O plano prevê a entrega e consolidação de centenas de novos Institutos Federais pelo país. A meta declarada pelo governo é encerrar o atual mandato com 785 institutos federais operando no país.

  • Novos Campi Universitários: Por meio do Novo PAC, foram mapeadas e iniciadas as construções de novos campi vinculados a universidades federais já existentes em regiões estratégicas de vulnerabilidade social ou vazios demográficos de ensino superior (como São Gabriel da Cachoeira-AM vinculada à UFAM, Rurópolis-PA à UFOPA, Ipatinga-MG à UFOP, entre outras).

3. Programas Inovadores e Parcerias Estratégicas

    Para além dos tijolos e concreto, o governo lançou políticas focadas em permanência estudantil, formação de professores e inclusão:

  • Programa Pé-de-Meia: Uma das maiores vitrines do atual mandato. Trata-se de uma espécie de "poupança do ensino médio" voltada a estudantes de baixa renda matriculados na rede pública. O objetivo central é combater a evasão escolar, garantindo incentivos financeiros mensais e bônus pela participação no Enem.

  • Pé-de-Meia Licenciatura (Programa Mais Professores): Com um investimento de R$ 1,7 bilhão, o governo criou incentivos financeiros voltados para estudantes universitários que escolhem cursos de licenciatura. O programa paga bolsas mensais com o objetivo de suprir o apagão de professores e valorizar a carreira docente no país.

  • Apoio a Cursinhos Populares: O MEC aumentou em 290% a verba de apoio destinada a redes de cursinhos comunitários e populares. O foco é fortalecer a preparação de alunos de escolas públicas e de periferias para que consigam acessar o ensino superior pelo Enem/Sisu.

  • Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Escolas em Tempo Integral: O governo federal estabeleceu parcerias técnicas e financeiras diretas com estados e municípios para expandir as matrículas de ensino fundamental em tempo integral e relançou pactos nacionais focados na alfabetização na idade certa (Criança Alfabetizada) e na Educação de Jovens e Adultos (EJA).

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial